
Eis que assisto Luzes da Cidade, de Charles Chaplin. Foi um afago na alma. Obrigado Carlitos, por tanta doçura. Obrigado por romper com o meu redemoinho de decepções. Por me fazer perceber que minha alma precisa de alimento, assim como o meu corpo. E que esse buraco pode ser preenchido, se eu permitir. Que o bom e o belo e humano ainda existem. E que só posso me agarrar a eles se quiser respirar, com minha sensibilidade em carne viva, neste mundo caótico e insano.
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